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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Alone in the dark

Uma frase que se houve muito de mulheres carentes e insatisfeitas com o casamento é a seguinte:

“Meu marido não me procura mais”

Pra começar esse termo “procura” é muito estranho, até hoje não entendi porque não param de falar assim. Mas tudo bem; por conta própria vou imaginar que a palavra procura foi substituída por come.

A frase sempre vem seguida daquela carinha de sofrimento e da pergunta “Por que?”. Isso pode ser sua culpa; pode vaiar, protestar e etc; mas é verdade. Vamos fazer o seguinte; ilustraremos aqui algumas cenas que podem acontecer no dia a dia do casal. Caso você se identifique não precisa assumir, apenas de uma risadinha e uma ajeitadinha no cabelo. E antecipo que não conheço o seu marido.

1 – Hora de dormir:
            A) Você coloca uma camisola curta, transparente, com um belo decote e calcinha fio dental.
            B) Você coloca uma calça de moletom enorme e grossa, meias por cima da barra da calça, camiseta de vereador e uma calcinha enorme e bege.

  


2 – Durante a noite:
            A) Ele acorda com você beijando o pescoço dele e falando “coisas” em seu ouvido.
            B) Ele acorda, vai te abraçar de conchinha e você responde “nem vem que to com sono”.

3 – Durante a noite rolando sexo:
            A) Você faz tudo que ele gosta; começam na cama e terminam no pé da escada.
            B) Você está em cima dele ainda com a camiseta de vereador falando: “ouviu isso? Peraí que vou ao quarto do menino ver se ele está bem, acho que ele não está respirando”
           
4 – Durante a madrugada:
            A) Vocês estão tão grudadinhos que caberiam em uma cama de solteiro.
            B) Ele vira pra te abraçar e percebe que está sozinho, com os pés congelando, pois você foi dormir na cama do seu filho pra assegurar que ele não tenha pesadelos ou não pare de respirar.









   


5 – Pela manhã:
            A) Você já acorda pulando em cima dele dando continuidade no que já rolou a noite toda.
            B) Você está chegando do quarto do seu filho toda descabelada, com dor no pescoço devido ter dormido em uma cama de criança e com a camiseta de vereador toda babada, apenas cutuca ele dizendo: “Vai perder a hora”.

Se a maioria das suas respostas foram B eu gostaria que você respondesse com toda honestidade: Como você quer que esse homem continue lhe “Procurando”? Qual o incentivo que você está dando?

Cobrir seu corpo com peças de roupa ridícula e calcinhas cor de Bandaid® não desperta o desejo em nenhum homem. Ele quer ver suas curvas e até mesmo seus pneuzinhos, estrias e celulite; ele quer olhar pra você e pensar “olha como ela se arrumou todinha só pra mim”.
Sua presença na cama durante toda a noite é importante; acordar sozinho e congelando magoa o homem profundamente, ele se sente claramente em segundo plano, abandonado. PARE de perambular pela casa, no escuro feito uma assombração. Ninguém vai parar de respirar...só seu casamento que vai morrer asfixiado.
Quando seu filho(a) fizer 20 anos e for embora de casa você irá “procurar” seu marido, que está lá, sozinho e amargurado dormindo encolhido na cama que foi só 25% do tempo sua e dele.

Pode Chorar!!!!!









sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ploc – A pirigueti chiclete!!!


Helloooo Moto....plim plim plim...helloooo Moto.....plim plim

- Alô!?!
- Lu sou eu.
- Oi Ploc. Tudo bem? E a baladinha de ontem?
- Nem te conto...foi muito legal.
- Pegou?
- Lóóóóógico. Um carinha muito da hora cara.
- Vê se não vai fazer igual a ultima vez hein Ploc.
- A ultima vez não conta; a culpa foi toda dele. Tenho culpa que ele não gosta de atenção?
- Ploc...Hello!!! Você mandou 32 mensagens pro cara.
- Que que tem?
- Depois de 8 horas que você foram apresentados!!! 8 HORAS!!!!
- Esquece isso Lu. Deleta.
- Pelo menos você aprendeu a lição neh? Certo?
- Bem. Quer dizer.
- Aí meu Deus Ploc.
- Só mandei uma mensagem. Que coisa.
- Qual mensagem?
- Uma simples. E uma ligação, mas como ele não atendeu liguei algumas vezes. E chamada não atendida não conta.
- Me manda essa mensagem. Quero avaliar.
- OK...Beijo!

Segundos mais tarde no celular da Lu.

“Querido Ro...(viu q criei 1 apelidinho pra vc?) Ro, estou com muita muita muita muita saudade d vc, cada segundo 100 vc é 1 eternidade. Acho que já posso dizer I Love You. Vc Love eu? Saudade saudade saudade. Sua Ploc.”

 Vem meu amor me tirar da solidão...vem meu amooooor...

- Alô!!!
- Ploc...como você manda uma mensagem dessa pro cara que você conheceu ontem na balada? E ainda mais no dia seguinte!!!!!
- Acorda baby...não mandei nada no dia seguinte. Pensa que eu vacilo?
- Como não? A balada foi ontem cabeçuda.
- Helloooo. Mandei a mensagem na balada mesmo querida....ele tinha ido ao banheiro.....Eu marco em cima garota....

Ploc ploc ploc.....

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Leite com Pera

Estou sendo obrigado a retornar ao velho assunto de “Não crie mais um Panaca”.
A Foca (mulher  de carne e osso) e a Mi Satake (é legal e poético) ainda estão teimando sobre o método de criação de meninos que eu defendo.  “Criando um Cabra Omi”. Não posso dizer que sou o criador do método, pois ele data de meados do século IX, mas defendo sua base de que o menino deve ser criado com mais pulso que dengo. Não devemos criar um burro a Pão de ló.
A barra de metal que é colocada no braseiro, sai incandescente e recebe milhões de porradas com a marreta implacável do artesão tornar-se-á uma espada precisa e mortal. A mesma barra de ferro que nem passa pelo fogo e já recebe um cabinho de madeira vai parar em algum canavial cortando cana o dia todo. Se você não der a marretada pode esperar que a vida o fará, só que de uma forma muito mais dolorida.
Caras como Alexandre Nardoni, por exemplo, não sabem o que é uma criação descente, pois o “Cabra Omi” não atira a própria filha da janela do sexto andar e depois inventa uma história ridícula para acobertar ele e a esposa, que podemos dizer que o embucetou (leia detalhes de embucetamento em utilidades publicas deste blog).

Largue a porrada nesse moleque quando ele sentar no chão do supermercado e começar a gritar querendo um boneco do Ken. Mande ele calar a boca quando você estiver assistindo o Jornal, arrebente uma espada de São Jorge nas pernas dele quando ele não quiser comer a verdura, abandone esse livro desses psicólogos que já estão podre de ricos, mantenha a avó dele sob controle.

Por favor mãe...Crie um “Cabra Omi”.

Futuros Beringelas

Você, irmã mais velha, mais nova ou do meio que está se perguntando: O que há de errado com o meu irmão?
Essa pergunta lhe ocorre nos momentos em que você vê aquele seu parente mais próximo sendo humilhado, tratado como capacho, ridicularizado pela namorada ou esposa.

Quem tem a resposta pra essa pergunta?  
Digo-lhe que eu tenho a resposta para essa e outras mais.
O seu caríssimo irmão está “Embucetado”; isso mesmo que você ouviu com seus próprios olhos. Ele está embucetado.
Explicando...
O que é? Estar impossibilitado de romper um relacionamento ou ainda mandar a pessoa calar a boca e, ir sim, tomar uma cerveja com os amigos caracteriza um elemento embucetado. A vítima torna-se um servo da pessoa que o embucetou.  É estar sob uma espécie de feitiço vindo de entre as coxas, lotadas de celulite, da sua nobre cunhada.
Por que ocorre? Porque o pobre do elemento não possui um grau de autoconfiança suficiente para encontrar outra pessoa que irá fazê-lo feliz. Ele pensa que largando aquela FDP ele vai ficar sozinho para o resto da vida. Pura falta de confiança.

Cara irmã. Não adianta: conversar com ele, pois você não será ouvida; se você discutir com ela seu irmão vai querer ficar do seu lado, mas devido o estado de embucetamento que ele se encontra ela vai fazer ele mudar de idéia apenas com um gesto de olhar.
Desista desse caso. Conforme-se com a idéia de que seu amado irmão acaba de agraciá-la com uma cunhada que é uma mala sem alça, mas que ele acha super gostosa.

Pode chorar... 

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Não crie mais um panaca.


Eu sei, parece machismo, atitude de um cara bruto sem cultura e sem desodorante; mas não é. A vida da menina tem seus altos e baixos (não estou falando da estatura dos namorados) principalmente na puberdade e etc, mas o menino também passa por poucas e boas durante a passagem para a vida adulta; no nosso caso o principal inimigo são os outros meninos...sim...não são as garotas da 8⁰ série nem os padres, muito menos os cowboys ou as corretoras de imóveis, e sim os outros meninos da mesma idade. Explico.
Os garotos da mesma idade são aqueles que podem tornar nossa vida um inferno ou nos ajudar a tornar a vida dos outros um inferno. Tive a sorte de nunca ter sido o “nerd” da turma, apesar de, na época, ser pequeno e feio. Sempre usei a politicagem para evitar que o holofote das piadas e da exclusão apontasse para minha cara. As vítimas neste caso sempre eram os mesmo: meninos de apartamento, meninos criados com a avó, etc. Sabemos que o mundo está cada vez mais violento e queremos proteger a criatura envolvendo-a em casulo de proteção que a isola do mundo exterior, mas esse pode ser o motivo do surgimento de mais um panaca.
Deixe esse menino sair, brincar com os outros na rua, quebrar um osso (dele ou de outro colega), andar de bicicleta, cair da bicicleta, por bombinha nas caixas de correio, moer vidro pra fazer cerol, brigar, quebrar a vidraça (da vizinha ou da sua casa mesmo), sujar o tênis novo, fazer um estilingue, soltar pipa, jogar futebol no campinho, dar o primeiro beijo antes dos 21 anos, enfim, deixe o menino brincar.
Meu melhor amigo morreu aos 19 anos, mas tenho certeza que não teve nada a ver com nossas peripécias da infância. Fomos criados brincando na rua, aprendendo na rua e assim crescemos homens educados, trabalhadores honestos e filhos muito gratos aos pais que nunca nos mantiveram espiando pela grade os outros meninos correndo soltos na vizinhança.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Falando em ditados


Quem nunca terminou um relacionamento?
Por vários motivos podemos tomar essa atitude levando ao fim uma relação que já estava acabada ou que não estava seguindo por águas calmas e cristalinas. Essa é uma decisão nossa, e sabemos que vai acontecer assim que estivermos prontos para executar essa complicada tarefa.
Porém, o risco que corre o pau corre o machado, ou, falando em madeira, o pau que bate no Chico bate no Francisco, e sendo assim, podemos ser agraciados com um cartão vermelho a qualquer momento. Nesse instante temos duas escolhas: 1, dizer que está tudo bem e agir de forma polida desejando felicidades e dizendo algumas frases manjadas, ou; 2, podemos abrir o coração despejando assim uma cachoeira de sentimentos em forma de lágrimas pedindo a pessoa amada que não vá, sem sentir vergonha das palavras ou do catarro que costuma escorrer apaixonadamente nos momentos de pranto. As vezes é apenas isso que o outro precisa ver (o sentimento, não o catarro).
Se não estivermos muito interessados na pessoa podemos usar a alternativa primeira e virar as costas fazendo uso das palavras do meu primo Canibal “Um(a) a menos pra encher o saco”.
Agora se você está in Love com a pessoa que está lhe enfiando uma faca no bucho não tenha pena de abrir o coração, dizer que ama e pedir por favor, pelo amor de Deus e/ou similares, pois de nada vai servir seu orgulho nas noites solitárias e frias quando a cama de tão gelada lhe da a impressão de estar molhada (o que pode ser verdade para aqueles com problema de incontinência urinária).
Lembre-se: É melhor escapar fedendo do que morrer cheiroso!